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Países Grécia

Guia do país · Ano fiscal 2026

Grécia: salário e impostos

Grécia: de um salário de € 14.500 por ano ficam 82,2% líquidos. Com as contribuições do empregador, o posto custa € 17.660, e desse valor chegam ao trabalhador 67,5%.

Parte líquida do salário bruto
82,2%
Custo total do empregador por ano
€ 17.660
Posição entre 50 países
31 / 50

Este guia foi criado com o apoio da inteligência artificial.

Para onde vai o dinheiro

De € 14.500 brutos, o imposto sobre o rendimento (Φόρος εισοδήματος) leva € 647 e as contribuições do trabalhador (e-ΕΦΚΑ) levam € 1.939. Ficam € 11.915 por ano, em média € 993 por mês.

O empregador paga ainda € 3.160 em contribuições, ou seja, 21,8% do salário. O posto custa no total € 17.660 por ano.

Custo total do empregador com o salário de referência, por quem o recebe
Custo total do empregador com o salário de referência, por quem o recebePor anoParte do custo total
Contribuições do empregador€ 3.16017,9%
Imposto sobre o rendimento€ 6473,7%
Contribuições do trabalhador€ 1.93911%
Salário líquido€ 11.91567,5%
Custo total do empregador€ 17.660100%

Todos os valores partem de € 14.500, o salário com que a calculadora abre para este país. Conforme a estatística disponível, é um salário médio ou mediano a tempo inteiro.

Como funciona o imposto sobre o rendimento

Com o imposto sobre o rendimento (Φόρος εισοδήματος), a taxa sobe ao longo de 6 escalões, de 9% a 44%. A taxa máxima aplica-se a partir de € 60.000 de rendimento coletável. Esse limiar equivale a 4,1 vezes o salário de referência de € 14.500, pelo que só os rendimentos altos chegam à taxa máxima.

Os escalões aplicam-se ao rendimento coletável, ou seja, ao que sobra depois de deduções e contribuições dedutíveis. Por isso as taxas pesam mais tarde do que o salário bruto faz supor.

Escalões do imposto sobre o rendimento, 2026
Rendimento coletável a partir deTaxa marginal
€ 09%
€ 10.00020%
€ 20.00026%
€ 30.00034%
€ 40.00039%
€ 60.00044%

Como as taxas sobem com o salário

O imposto sobre o rendimento começa com um salário bruto de cerca de € 10.000 por ano.

Com € 14.500, 17,8% da remuneração vai para o imposto sobre o rendimento e para as contribuições do trabalhador. De cada 100 ganhos a mais, 68 chegam ao trabalhador: uma taxa marginal de 32,4%.

Com o dobro desse salário, € 29.000, a taxa média é de 26,2% e a marginal de 37,6%.

Taxa média e marginal do imposto sobre o rendimento e das contribuições do trabalhador, de 0,2 a 4 vezes o salário de referência
Mostrar os valores
Taxa média e marginal do imposto sobre o rendimento e das contribuições do trabalhador, de 0,2 a 4 vezes o salário de referência
Salário brutoTaxa médiaTaxa marginal
€ 2.90013,4%13,4%
€ 5.80013,4%13,4%
€ 8.70013,4%13,4%
€ 11.60014,5%30,7%
€ 14.500 · Salário de referência17,8%32,4%
€ 17.40020,3%32,4%
€ 20.30022%32,4%
€ 23.20023,3%37,6%
€ 26.10024,9%37,6%
€ 29.00026,2%37,6%
€ 31.90027,2%37,6%
€ 34.80028,1%44,6%
€ 37.70029,4%44,6%
€ 40.60030,5%44,6%
€ 43.50031,4%44,6%
€ 46.40032,3%48,9%
€ 49.30033,2%48,9%
€ 52.20034,1%48,9%
€ 55.10034,9%48,9%
€ 58.00035,6%48,9%

Taxa média e taxa marginal, com exemplos de cálculo:
Aumento salarial: quanto fica líquido? (Grécia)

Entre 50 países

Grécia: com o mesmo salário de € 14.500 por ano, convertido para cada moeda local, ficam 82,2% líquidos, posição 31 em 50.

Com o mesmo salário fica mais em: Bélgica (104,9%); e menos em: Suíça (51,7%).

Acima de 100%, os créditos reembolsáveis para rendimentos baixos pagam mais do que o imposto e as contribuições levam, e o salário líquido supera o bruto: Bélgica.

Parte líquida de € 14.500 em cada país, um ponto por país
Mostrar os 50 países
Parte líquida de € 14.500 em cada país, um ponto por país
PosiçãoPaísParte líquida
1 Bélgica104,9%
2 Reino Unido100%
3 Austrália99,6%
4 Irlanda99,2%
5 Taiwan95,4%
6 Tailândia95,3%
7 Hong Kong95%
8 Itália94,7%
9 Espanha93,5%
10 Luxemburgo93,5%
11 Colômbia92,7%
12 Noruega92,3%
13 Áustria92,2%
14 Finlândia91,8%
15 Índia91,2%
16 Canadá89,2%
17 Coreia do Sul89%
18 Chipre88,6%
19 Estónia87,9%
20 Malta87,4%
21 Indonésia87,2%
22 África do Sul87%
23 Suécia86,1%
24 Malásia85,3%
25 Países Baixos85,1%
26 Portugal84%
27 México83,6%
28 Filipinas83%
29 Estados Unidos83%
30 Nova Zelândia82,8%
31 Grécia82,2%
32 República Checa82,1%
33 Japão81%
34 Brasil80,1%
35 Singapura80%
36 Dinamarca79%
37 Letónia78,3%
38 Alemanha78,1%
39 Bulgária77,6%
40 França77,3%
41 Eslováquia77,2%
42 Polónia74,4%
43 Croácia74,4%
44 Turquia73,6%
45 Lituânia72,4%
46 Eslovénia72,2%
47 Quénia68,8%
48 Hungria66,5%
49 Roménia58,5%
50 Suíça51,7%

Próximos na classificação

Cada país é calculado para a mesma pessoa sozinha e sem filhos, com o salário convertido às taxas de câmbio de 2 de outubro de 2026. Um salário comum num país é alto noutro, por isso os sistemas progressivos pesam mais onde os salários são mais baixos. A classificação não diz nada sobre o poder de compra nem sobre o que as contribuições financiam, como a pensão e a saúde. Onde as novas regras ainda não são definitivas, o país é calculado com o último ano aprovado: Bélgica (2025), Noruega (2025) e Roménia (2025).

Alterações recentes

O modelo já inclui estas alterações recentes.

  • Taxas e limites do imposto sobre o rendimento prorrogados desde 2025 - sem alterações aprovadas à escala progressiva.
  • Taxa de contribuição do trabalhador para o IKA inalterada em 13,87%.
  • Contribuição de solidariedade (εισφορά αλληλεγγύης) mantém-se suspensa para os trabalhadores do setor privado.

Além do recibo de vencimento

As regras legais do país sobre despedimento, desemprego, doença, licença parental e salários em atraso.

  • Aviso prévio e despedimento

    Καταγγελία σύμβασης αορίστου χρόνου

    1 mês

    Escalão inicial de aviso legal

    Em contrato sem termo comum, o aviso é de um mês após doze meses e antes de dois anos de antiguidade.

  • Subsídio de desemprego

    Τακτική Επιδότηση Ανεργίας

    5–12 meses

    Duração regular comum

    A duração do regime comum depende do trabalho segurado elegível e da utilização anterior de prestações.

  • Subsídio de doença

    Αποδοχές ασθενείας

    15 dias

    Limite patronal no primeiro ano

    Após pelo menos dez dias de trabalho, a manutenção comum dura quinze dias no primeiro ano.

  • Licença parental

    Γονική άδεια / Επίδομα γονικής άδειας

    4 meses

    Licença de cada progenitor

    Cada trabalhador progenitor elegível tem direito individual a quatro meses.

  • Salários em atraso

    Λογαριασμός προστασίας εργαζομένων από την αφερεγγυότητα του εργοδότη

    3 meses

    Período salarial abrangido

    O regime pode pagar até três meses de remuneração elegível em dívida de trabalho subordinado.

Calcule o seu salário

A calculadora abre com o salário de referência desta página. Altere o salário, a região ou o agregado familiar para ver os seus valores.

Calculadora

Método e fontes

Todos os valores desta página vêm do mesmo modelo fiscal da calculadora. Os montantes mensais dividem o resultado anual por 12; os recibos reais podem ser diferentes.

Pressupostos: uma pessoa sozinha de 35 anos, sem filhos nem filiação religiosa, ano fiscal 2026.

Fontes oficiais