Países Índia
Guia do país · Ano fiscal 2026/27
Índia: salário e impostos
Índia: de um salário de ₹ 300.000 por ano ficam 90,2% líquidos. Com as contribuições do empregador, o posto custa ₹ 346.230, e desse valor chegam ao trabalhador 78,2%.
- Parte líquida do salário bruto
- 90,2%
- Custo total do empregador por ano
- ₹ 346.230
- Posição entre 50 países
- 23 / 50
Este guia foi criado com o apoio da inteligência artificial.
Para onde vai o dinheiro
Com ₹ 300.000 brutos ainda não há imposto sobre o rendimento a pagar; as contribuições do trabalhador (EPF e ESIC) levam ₹ 29.360. Ficam ₹ 270.640 por ano, em média ₹ 22.553 por mês.
O empregador paga ainda ₹ 46.230 em contribuições, ou seja, 15,4% do salário. O posto custa no total ₹ 346.230 por ano.
| Custo total do empregador com o salário de referência, por quem o recebe | Por ano | Por mês | Parte do custo total |
|---|---|---|---|
| Contribuições do empregador | ₹ 46.230 | ₹ 3.852 | 13,4% |
| Imposto sobre o rendimento | ₹ 0 | ₹ 0 | 0% |
| Contribuições do trabalhador | ₹ 29.360 | ₹ 2.447 | 8,5% |
| Salário líquido | ₹ 270.640 | ₹ 22.553 | 78,2% |
| Custo total do empregador | ₹ 346.230 | ₹ 28.852 | 100% |
Todos os valores partem de ₹ 300.000, o salário com que a calculadora abre para este país. Conforme a estatística disponível, é um salário médio ou mediano a tempo inteiro.
Como funciona o imposto sobre o rendimento
Com o imposto sobre o rendimento (Income tax), a taxa sobe ao longo de 6 escalões, de 5% a 30%. A taxa máxima aplica-se a partir de ₹ 2.400.000 de rendimento coletável. Esse limiar equivale a 8 vezes o salário de referência de ₹ 300.000, pelo que só os rendimentos altos chegam à taxa máxima.
Os primeiros ₹ 400.000 de rendimento coletável estão isentos.
Os escalões aplicam-se ao rendimento coletável, ou seja, ao que sobra depois de deduções e contribuições dedutíveis. Por isso as taxas pesam mais tarde do que o salário bruto faz supor.
As contribuições do trabalhador têm tetos por patamares; as partes com teto deixam de subir nestes salários anuais: cerca de ₹ 180.000 e cerca de ₹ 299.000.
| Rendimento coletável a partir de | Taxa marginal |
|---|---|
| ₹ 0 | 0% |
| ₹ 400.000 | 5% |
| ₹ 800.000 | 10% |
| ₹ 1.200.000 | 15% |
| ₹ 1.600.000 | 20% |
| ₹ 2.000.000 | 25% |
| ₹ 2.400.000 | 30% |
Como as taxas sobem com o salário
Até quatro vezes o salário de referência, o modelo não cobra imposto sobre o rendimento.
Com ₹ 300.000, 9,8% da remuneração vai para o imposto sobre o rendimento e para as contribuições do trabalhador. De cada 100 ganhos a mais, 100 chegam ao trabalhador: uma taxa marginal de 0%.
Com o dobro desse salário, ₹ 600.000, a taxa média é de 4,9% e a marginal de 0%.
A taxa marginal é mais alta com um salário de cerca de ₹ 120.000: 13%. Com um salário de cerca de ₹ 180.000, as contribuições do trabalhador atingem um teto e a sua parte de cada aumento desce de 12,8% para 7,3%. Com um salário de cerca de ₹ 299.000, as contribuições do trabalhador atingem um teto e a sua parte de cada aumento desce de 6,5% para 0%.
Mostrar os valores
| Salário bruto | Taxa média | Taxa marginal |
|---|---|---|
| ₹ 60.000 | 12,8% | 12% |
| ₹ 120.000 | 12,8% | 13% |
| ₹ 180.000 | 12,8% | 7,1% |
| ₹ 240.000 | 11,4% | 7,5% |
| ₹ 300.000 · Salário de referência | 9,8% | 0% |
| ₹ 360.000 | 8,2% | 0% |
| ₹ 420.000 | 7% | 0% |
| ₹ 480.000 | 6,1% | 0% |
| ₹ 540.000 | 5,4% | 0% |
| ₹ 600.000 | 4,9% | 0% |
| ₹ 660.000 | 4,4% | 0% |
| ₹ 720.000 | 4,1% | 0% |
| ₹ 780.000 | 3,8% | 0% |
| ₹ 840.000 | 3,5% | 0% |
| ₹ 900.000 | 3,3% | 0% |
| ₹ 960.000 | 3,1% | 0% |
| ₹ 1.020.000 | 2,9% | 0% |
| ₹ 1.080.000 | 2,7% | 0% |
| ₹ 1.140.000 | 2,6% | 0% |
| ₹ 1.200.000 | 2,4% | 0% |
Taxa média e taxa marginal, com exemplos de cálculo:
Aumento salarial: quanto fica líquido? (Índia)
Entre 50 países
Índia: com o mesmo salário de ₹ 300.000 por ano, convertido para cada moeda local, ficam 90,2% líquidos, posição 23 em 50.
Com o mesmo salário fica mais em: Luxemburgo (109%); e menos em: Suíça (-123,7%).
Acima de 100%, os créditos reembolsáveis para rendimentos baixos pagam mais do que o imposto e as contribuições levam, e o salário líquido supera o bruto: Luxemburgo e Bélgica.
Mostrar os 50 países
| Posição | País | Parte líquida |
|---|---|---|
| 1 | Luxemburgo | 109% |
| 2 | Bélgica | 104,3% |
| 3 | Reino Unido | 100% |
| 4 | Irlanda | 100% |
| 5 | Singapura | 100% |
| 6 | Hong Kong | 100% |
| 7 | Austrália | 100% |
| 8 | Noruega | 100% |
| 9 | África do Sul | 99% |
| 10 | México | 97,6% |
| 11 | Canadá | 97,1% |
| 12 | Itália | 96,9% |
| 13 | Estónia | 96,4% |
| 14 | Indonésia | 96% |
| 15 | Croácia | 95% |
| 16 | Tailândia | 95% |
| 17 | Espanha | 93,5% |
| 18 | Suécia | 92,7% |
| 19 | Brasil | 92,5% |
| 20 | Áustria | 92,2% |
| 21 | Filipinas | 91,8% |
| 22 | Finlândia | 91,8% |
| 23 | Índia | 90,2% |
| 24 | Coreia do Sul | 89,5% |
| 25 | Letónia | 89,5% |
| 26 | Portugal | 89% |
| 27 | Chipre | 88,5% |
| 28 | Colômbia | 88,4% |
| 29 | Malásia | 88% |
| 30 | Dinamarca | 86,7% |
| 31 | Grécia | 86,6% |
| 32 | Taiwan | 85,5% |
| 33 | Quénia | 85% |
| 34 | Turquia | 85% |
| 35 | Japão | 84,3% |
| 36 | Nova Zelândia | 84,2% |
| 37 | Eslováquia | 82% |
| 38 | Lituânia | 80,5% |
| 39 | Polónia | 78,5% |
| 40 | Alemanha | 78,1% |
| 41 | Bulgária | 77,6% |
| 42 | França | 69,7% |
| 43 | Hungria | 66,5% |
| 44 | Roménia | 65% |
| 45 | Eslovénia | 58,7% |
| 46 | Malta | 57% |
| 47 | Estados Unidos | 49% |
| 48 | República Checa | 48,5% |
| 49 | Países Baixos | 32,3% |
| 50 | Suíça | -123,7% |
Próximos na classificação
- Filipinas#21 · 91,8%
- Finlândia#22 · 91,8%
- Coreia do Sul#24 · 89,5%
- Letónia#25 · 89,5%
Cada país é calculado para a mesma pessoa sozinha e sem filhos, com o salário convertido às taxas de câmbio de 2 de outubro de 2026. Um salário comum num país é alto noutro, por isso os sistemas progressivos pesam mais onde os salários são mais baixos. A classificação não diz nada sobre o poder de compra nem sobre o que as contribuições financiam, como a pensão e a saúde. Onde as novas regras ainda não são definitivas, o país é calculado com o último ano aprovado: Bélgica (2025), Noruega (2025) e Roménia (2025).
Além do recibo de vencimento
As regras legais do país sobre despedimento, desemprego, doença, licença parental e salários em atraso.
Aviso prévio e despedimento
Industrial Relations Code, 2020
1 mês
Prazo de aviso
As perguntas frequentes de janeiro de 2026 confirmam aviso/pagamento comum por redução de pessoal; esta é uma categoria legal específica, não toda a cessação.
Subsídio de desemprego
Atal Beemit Vyakti Kalyan Yojana (ABVKY)
50%
Taxa da prestação
ESIC descreve apoio de cinquenta por cento da remuneração diária média segurada.
Subsídio de doença
Employees’ State Insurance — Sickness Benefit
70%
Taxa da prestação
A prestação comum usa setenta por cento da remuneração diária média segurada.
Licença parental
Code on Social Security, 2020 — Maternity Benefit
26 / 12 semanas
Licença de maternidade
O capítulo permite normalmente vinte e seis semanas; mulheres com dois ou mais filhos vivos têm doze. Adoção de criança menor de três meses e maternidade por gestação de substituição têm doze próprias.
Salários em atraso
Code on Wages, 2019 — sections 17 and 45
2 dias úteis
Prazo de pagamento
A secção 17 exige normalmente salário após despedimento, redução ou demissão nos dois dias úteis; o governo competente pode fixar outros limites razoáveis e há outros prazos legais.
Calcule o seu salário
A calculadora abre com o salário de referência desta página. Altere o salário, a região ou o agregado familiar para ver os seus valores.
Método e fontes
Todos os valores desta página vêm do mesmo modelo fiscal da calculadora. Os montantes mensais dividem o resultado anual por 12; os recibos reais podem ser diferentes.
Pressupostos: uma pessoa sozinha de 35 anos, sem filhos nem filiação religiosa, ano fiscal 2026/27.