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Países Finlândia

Guia do país · Ano fiscal 2026

Finlândia: salário e impostos

Finlândia: de um salário de € 43.380 por ano ficam 75,1% líquidos. Com as contribuições do empregador, o posto custa € 52.091, e desse valor chegam ao trabalhador 62,5%.

Parte líquida do salário bruto
75,1%
Custo total do empregador por ano
€ 52.091
Posição entre 50 países
25 / 50

Este guia foi criado com o apoio da inteligência artificial.

Para onde vai o dinheiro

De € 43.380 brutos, o imposto sobre o rendimento (Valtion tulovero / kunnallisvero) leva € 6.451 e as contribuições do trabalhador (TyEL, Työttömyysvakuutusmaksu e Sairausvakuutusmaksu) levam € 4.360. Ficam € 32.569 por ano, em média € 2.714 por mês.

O empregador paga ainda € 8.711 em contribuições, ou seja, 20,1% do salário. O posto custa no total € 52.091 por ano.

Custo total do empregador com o salário de referência, por quem o recebe
Custo total do empregador com o salário de referência, por quem o recebePor anoParte do custo total
Contribuições do empregador€ 8.71116,7%
Imposto sobre o rendimento€ 6.45112,4%
Contribuições do trabalhador€ 4.3608,4%
Salário líquido€ 32.56962,5%
Custo total do empregador€ 52.091100%

Todos os valores partem de € 43.380, o salário com que a calculadora abre para este país. Conforme a estatística disponível, é um salário médio ou mediano a tempo inteiro.

Como funciona o imposto sobre o rendimento

Com o imposto sobre o rendimento (Valtion tulovero / kunnallisvero), a taxa sobe ao longo de 5 escalões, de 12,64% a 37,5%. A taxa máxima aplica-se a partir de € 52.100 de rendimento coletável. Esse limiar equivale a 1,2 vezes o salário de referência de € 43.380.

Os escalões aplicam-se ao rendimento coletável, ou seja, ao que sobra depois de deduções e contribuições dedutíveis. Por isso as taxas pesam mais tarde do que o salário bruto faz supor.

Os membros de uma igreja reconhecida pagam ainda um imposto eclesiástico. Os valores aqui são para quem não é membro.

Escalões do imposto sobre o rendimento, 2026
Rendimento coletável a partir deTaxa marginal
€ 012,64%
€ 22.00019%
€ 32.60030,25%
€ 40.10033,25%
€ 52.10037,5%

Como as taxas sobem com o salário

O imposto sobre o rendimento começa com um salário bruto de cerca de € 16.000 por ano.

Com € 43.380, 24,9% da remuneração vai para o imposto sobre o rendimento e para as contribuições do trabalhador. De cada 100 ganhos a mais, 54 chegam ao trabalhador: uma taxa marginal de 46,5%.

Com o dobro desse salário, € 86.760, a taxa média é de 37,5% e a marginal de 51,1%.

Com um salário de cerca de € 29.200, terminam as contribuições reduzidas para salários baixos e a parte das contribuições em cada aumento desce de 12,8% para 10,1%.

Taxa média e marginal do imposto sobre o rendimento e das contribuições do trabalhador, de 0,2 a 4 vezes o salário de referência
Mostrar os valores
Taxa média e marginal do imposto sobre o rendimento e das contribuições do trabalhador, de 0,2 a 4 vezes o salário de referência
Salário brutoTaxa médiaTaxa marginal
€ 8.6768,2%8,2%
€ 17.3529,3%11,6%
€ 26.02814,5%38,8%
€ 34.70420,2%34,2%
€ 43.380 · Salário de referência24,9%46,5%
€ 52.05628,9%47,2%
€ 60.73231,6%51,1%
€ 69.40834,1%51,1%
€ 78.08436%51,1%
€ 86.76037,5%51,1%
€ 95.43638,7%51,1%
€ 104.11239,7%51,1%
€ 112.78840,6%51,1%
€ 121.46441,3%51,1%
€ 130.14042%51,1%
€ 138.81642,6%51,1%
€ 147.49243,1%51,1%
€ 156.16843,5%51,1%
€ 164.84443,9%51,1%
€ 173.52044,3%51,1%

Taxa média e taxa marginal, com exemplos de cálculo:
Aumento salarial: quanto fica líquido? (Finlândia)

Entre 50 países

Finlândia: com o mesmo salário de € 43.380 por ano, convertido para cada moeda local, ficam 75,1% líquidos, posição 25 em 50.

Com o mesmo salário fica mais em: Taiwan (91,9%); e menos em: Roménia (58,5%).

Parte líquida de € 43.380 em cada país, um ponto por país
Mostrar os 50 países
Parte líquida de € 43.380 em cada país, um ponto por país
PosiçãoPaísParte líquida
1 Taiwan91,9%
2 Hong Kong90,3%
3 Tailândia85,2%
4 Colômbia83,4%
5 Bulgária82,5%
6 Coreia do Sul82,3%
7 Irlanda81,6%
8 Reino Unido81,5%
9 Austrália81,5%
10 Luxemburgo80,3%
11 Chipre80,2%
12 Estónia79,5%
13 Estados Unidos79,4%
14 Suécia79,3%
15 Singapura78,1%
16 Índia78%
17 Noruega78%
18 Canadá76,9%
19 Indonésia76,4%
20 República Checa76,3%
21 Filipinas76,1%
22 Malta76,1%
23 México75,7%
24 Países Baixos75,6%
25 Finlândia75,1%
26 Japão74,7%
27 Espanha74,3%
28 África do Sul73,5%
29 Brasil73,5%
30 Nova Zelândia73,4%
31 Malásia73,2%
32 Áustria72,9%
33 Suíça72,4%
34 França72,3%
35 Letónia70,6%
36 Eslováquia70,3%
37 Grécia68,6%
38 Portugal68,2%
39 Itália67,7%
40 Quénia67,6%
41 Croácia67,3%
42 Dinamarca67,3%
43 Bélgica67,3%
44 Hungria66,5%
45 Alemanha66,2%
46 Polónia66%
47 Turquia63,6%
48 Eslovénia61,7%
49 Lituânia60,5%
50 Roménia58,5%

Próximos na classificação

Cada país é calculado para a mesma pessoa sozinha e sem filhos, com o salário convertido às taxas de câmbio de 2 de outubro de 2026. Um salário comum num país é alto noutro, por isso os sistemas progressivos pesam mais onde os salários são mais baixos. A classificação não diz nada sobre o poder de compra nem sobre o que as contribuições financiam, como a pensão e a saúde. Onde as novas regras ainda não são definitivas, o país é calculado com o último ano aprovado: Bélgica (2025), Noruega (2025) e Roménia (2025).

Alterações recentes

O modelo já inclui estas alterações recentes.

  • Escala do imposto estadual reestruturada em cinco escalões - a taxa marginal máxima passa a ser de 37,5% a partir de 52.100 € (antes 44,25% acima de 150.000 €).
  • Contribuição do trabalhador para a pensão TyEL unificada em 7,30% para todas as idades (os escalões etários de 7,15%/8,65% são eliminados); a obrigação contributiva termina agora aos 69 anos.
  • Contribuição do trabalhador para o seguro de desemprego elevada de 0,59% para 0,89%.
  • Máximo do crédito por rendimento do trabalho elevado para 3.430 €, com o acréscimo por filho elevado para 105 €; o segundo escalão de redução progressiva é eliminado.
  • Taxa média do imposto municipal sobe para 7,57%; o IVA reduzido desce de 14% para 13,5%.

Além do recibo de vencimento

As regras legais do país sobre despedimento, desemprego, doença, licença parental e salários em atraso.

  • Aviso prévio e despedimento

    Työsopimuslaki

    14 dias–6 meses

    Aviso supletivo do empregador

    Salvo outro prazo aplicável por acordo individual ou coletivo, aviso é 14 dias até um ano, depois um, dois, quatro e seis meses ao ultrapassar um, quatro, oito e doze anos.

  • Subsídio de desemprego

    Yleistuki

    2026-05-01

    Reforma da prestação Kela

    A prestação geral de segurança social substituiu o apoio ao mercado de trabalho e o subsídio básico Kela em maio de 2026; o subsídio salarial continua separado em caixa de desemprego.

  • Subsídio de doença

    Sairauspäiväraha

    Primeiro dia + 9 dias úteis

    Espera do subsídio público

    A espera comum Kela inclui o primeiro dia de doença e os nove dias úteis seguintes; existem exceções por recorrência e continuação.

  • Licença parental

    Raskausraha; vanhempainraha

    40 dias úteis

    Subsídio de gravidez

    A prestação de gravidez cobre 40 dias úteis consecutivos, começando 14–30 dias úteis antes da data prevista.

  • Salários em atraso

    Palkkaturva

    3 meses

    Prazo comum de reclamação

    O pedido de garantia deve normalmente apresentar-se nos três meses após vencer o crédito laboral não pago.

Calcule o seu salário

A calculadora abre com o salário de referência desta página. Altere o salário, a região ou o agregado familiar para ver os seus valores.

Calculadora

Método e fontes

Todos os valores desta página vêm do mesmo modelo fiscal da calculadora. Os montantes mensais dividem o resultado anual por 12; os recibos reais podem ser diferentes.

Pressupostos: uma pessoa sozinha de 35 anos, sem filhos nem filiação religiosa, ano fiscal 2026.

Fontes oficiais